
Chove chuva, chove sem parar
O óbvio, o esperado. Nos últimos dias, o comentário que
teimou e bateu ponto em qualquer canto de Curitiba, principalmente
nos botecos, foi um só:
– Mas que chuvarada, né?
De olho no nível das águas do pequeno riacho que passa
junto à mansão da Vila Piroquinha, Natureza Morta procurou
o lado bom de tanta chuva ininterrupta.
Concluiu que, pelo excesso de uso, dispositivo sempre
operante, o tempo fez a alegria do pessoal que conserta limpador
de para-brisa. Desse pessoal e, nem tanto, de quem
vende guarda-chuva. Afinal, do jeito que a coisa andava,
agravada pelo frio, a freguesia – de maneira compulsória –
praticamente desapareceu das ruas.
(Gazeta do Povo, 02.08.2011.)
Em suas considerações, o personagem Natureza Morta conclui que
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