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São Paulo UNIFESP 2006.2 Questão: 23 Literatura Teoria Literária Geral 

Leia o poema de Filinto Elísio.

Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
     Um garbo senhoril, nevada alvura,
     Metal de voz que enleva de doçura,
     Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
     Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
     Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
     Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
     Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
     Que enojá-la não quero de atrevido
     Co’as penas que por ela em vão padeço.

 

Leia os versos de Almeida Garrett.

Este inferno de amar
Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida – e que a vida destrói –
Como é que se veio a atear,
Quando – ai quando se há-de ela apagar?


Considere as afirmações:

I. No poema de Garrett, o amor é apresentado como um sentimento que acontece na vida de alguém independentemente de sua vontade.
II. No poema de Filinto, vê-se que o amor não se realiza fisicamente; no de Garrett, explora-se o amor pelo seu aspecto físico e sensual.
III. Tanto no poema de Filinto quanto no de Garrett, há uma linha tênue entre o utópico e o real, resultando numa visão de amor sôfrega e intensa, prestes a tomar formas plenas na realidade vivida pelos amantes.

Está correto somente o que se afirma em



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