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"; $mail = new PHPMailer(); // CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR $mail->IsSMTP(); // Falg de uso SMTP $mail->SetLanguage("br", "plugins/phpmailer/language/"); //$mail->Host = "smtp.".$EMP_URL; // seu servidor SMTP //$mail->Host = "gmail-smtp-in.l.google.com"; // servidor para google/apps /* $mail->Host = "tls://smtp.gmail.com"; $mail->SMTPSecure = "tls"; // sets the prefix to the servier $mail->Port = 587; // set the SMTP port for the GMAIL server // */ $mail->Host = "smtp.gmail.com"; $mail->SMTPSecure = "ssl"; // sets the prefix to the servier $mail->Port = 465; // set the SMTP port for the GMAIL server // */ // $mail->SMTPDebug = 1; // enables SMTP debug information (for testing) // 1 = errors and messages // 2 = messages only $mail->SMTPAuth = true; // uso de SMTP authentication //$mail->Timeout = 20; /* // Configuração para Email do GMAIL. $mail->Host = "smtp.gmail.com"; // specify main and backup server $mail->SMTPAuth = true; // turn on SMTP authentication $mail->SMTPSecure= "ssl"; // Used instead of TLS when only POP mail is selected $mail->Port = 465; // Used instead of 587 when only POP mail is selected */ // USUARIO E SENHA $mail->Username = $FromAddress; // SMTP username $mail->Password = $FromPassword; // SMTP password // DE: $mail->From = $FromAddress; $mail->FromName = $FromName; // PARA: $mail->AddAddress($ToAddress, $ToName); // $mail->AddAddress("comercial@asasolucoes.com"); // name is optional // $mail->AddReplyTo("comercial@mustmodels.com"); $mail->WordWrap = 50; // set word wrap to 50 characters //$mail->AddAttachment("/var/tmp/file.tar.gz"); // add attachments //$mail->AddAttachment($ANEXO1); // optional name //$mail->AddAttachment($ANEXO2); // optional name $mail->IsHTML(true); // set email format to HTML $mail->Subject = $Assunto; $mail->Body = $Conteudo; // $mail->AltBody = $strMensagem; if(!$mail->Send()) { throw new Exception("Mailer Error: " . $mail->ErrorInfo . "(".$mail->Host.")", 21); return false; } else { self::$_erro = 0; self::$_mensagem = "Mensagem enviar com sucesso para o email: $ToAddress\n"; return true; } //*/ }catch ( Exception $ex ){ self::$_mensagem = $ex->getMessage(); self::$_erro = $ex->getCode(); return false; } } } ?> VESTIPROVAS - Questão: UNESP - Português - Geral
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São Paulo UNESP 2013.2 Questão: 29 Português Geral 

 

 

 

As questões de números 29 a 32 tomam por base uma passagem do romance O coronel e o lobisomem, de José Cândido de Carvalho (1914-1989).

Como disse, rolava eu no capim, pronto a dar ao caso solução briosa, na hora em que o querelante apresentou aquela risada de pouco-caso e deboche:
– Quá-quá-quá...
Não precisou de mais nada para que o gênio dos Azeredos e demais Furtados viesse de vela solta. Dei um pulo de cabrito e preparado estava para a guerra do lobisomem. Por descargo de consciência, do que nem carecia, chamei os santos de que sou devocioneiro:
– São Jorge, Santo Onofre, São José!
Em presença de tal apelação, mais brabento apareceu a peste. Ciscava o chão de soltar terra e macega no longe de dez braças ou mais. Era trabalho de gelar qualquer cristão que não levasse o nome de Ponciano de Azeredo Furtado. Dos olhos do lobisomem pingava labareda, em risco de contaminar de fogo o verdal adjacente. Tanta chispa largava o penitente que um caçador de paca, estando em distância de bom respeito, cuidou que o mato estivesse ardendo. Já nessa altura eu tinha pegado a segurança de uma figueira e lá de cima, no galho mais firme, aguardava a deliberação do lobisomem. Garrucha engatilhada, só pedia que o assombrado desse franquia de tiro. Sabidão, cheio de voltas e negaças, deu ele de executar macaquice que nunca cuidei que um lobisomem pudesse fazer. Aquele par de brasas espiava aqui e lá na esperança de que eu pensasse ser uma súcia deles e não uma pessoa sozinha. O que o galhofista queria é que eu, coronel de ânimo desenfreado, fosse para o barro denegrir a farda e deslustrar a patente. Sujeito especial em lobisomem como eu não ia cair em armadilha de pouco pau. No alto da figueira estava, no alto da figueira fiquei. Diante de tão firme deliberação, o vingativo mudou o rumo da guerra. Caiu de dente no pé de pau, na parte mais afunilada, como se serrote fosse:
– Raque-raque-raque.
Não conversei – pronto dois tiros levantaram asa da minha garrucha. Foi o mesmo que espalhar arruaça no mato todo. Subiu asa de tudo que era bicho da noite e uma sociedade de morcegos escureceu o luar. No meio da algazarra, já de fugida, vi o lobisomem
pulando coxo, de pernil avariado, língua sobressaída na boca. Na primeira gota de sangue a maldição desencantava, como é
de lei e dos regulamentos dessa raça de penitentes. No raiar do dia, sujeito que fosse visto de perna trespassada, ainda ferida verde,
podia contar, era o lobisomem.
(O coronel e o lobisomem, 1980.)

Não precisou de mais nada para que o gênio dos Azeredos e demais Furtados viesse de vela solta. Na passagem apresentada, explique o que quer significar o narrador, em termos de ação, com essa referência ao gênio dos Azeredos e demais Furtados.

 

 

 



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