
Patativa do Assaré (1909-2002) cantou, nos seus poemas populares, a vida difícil da população sertaneja do nordeste.
Quando há inverno abundante
No meu nordeste querido
Fica o pobre em um instante
Do sofrimento esquecido
Tudo é graça, paz e riso
Reina um verde paraíso
Por vale, serra e sertão
Porém não havendo inverno
Reina um verdadeiro inferno
De dor e de confusão
Fica tudo transformado
Sofre o velho e sofre o novo
Falta pasto para o gado
E alimento para o povo
E um drama de tristeza
Parece que a natureza
Trata a tudo com rigor
Com esta situação
O desumano patrão
Despede o seu morador
(Reprodução fiel à pontuação original.)
De acordo com os versos do cordelista, a migração nordestina resulta
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