
Eu queria usar palavras de ave para escrever.
Onde a gente morava era um lugar imensamente e sem
nomeação.
Ali a gente brincava de brincar com palavras
tipo assim: Hoje eu vi uma formiga ajoelhada na pedra!
[...]
O menino tinha no olhar um silêncio de chão
e na sua voz uma candura de Fontes.
BARROS, Manoel de. Menino do mato. In: Poesia completa. São
Paulo: Leya, 2010. p. 449.
TEMPO NA QUESTÃO
00:00:00
Meu Desempenho
Literatura Teoria Literária
Total de Questões: ?
Respondidas: ? (0,00%)
Certas: ? (0,00%)
Erradas: ? (0,00%)
Somente usuários cadastrados!