
Por quase todo o século passado, o Brasil tratou a moradia popular como lugar da exceção. Depois que extinguiu os cortiços, a República considerou as favelas como transitórias, destinadas à remoção, política que se fez hegemônica por décadas. O governo outorgou-se a prerrogativa de construir a habitação do povo e adotou o modelo dos conjuntos residenciais, onde concentrou os recursos. Nunca a família esteve no centro das decisões sobre onde, como e em que condições morar. Contudo, jamais a produção oficial alcançou 20% da demanda.
É o esforço familiar que majoritariamente constrói a cidade brasileira. Assim, na última década, 40% dos novos domicílios brasileiros foram construídos em favelas ou assentamentos semelhantes, sendo mais de 80% concentrados nas metrópoles.
(Ciência Hoje, julho de 2012.)
No texto, há uma breve análise da questão da moradia popular no Brasil.
a) Qual a principal crítica do autor quanto a essa questão?
b) De que argumento se vale o autor para fundamentar sua crítica?
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