
“Terminada a guerra, o Brasil permaneceu alinhado aos Estados Unidos, ligado por laços de cooperação. No contexto da Guerra Fria, subseqüente à Segunda Guerra Mundial, e estando as nações agrupadas em dois grandes blocos – leste e oeste – que englobavam na
época comunistas e capitalistas, liderados pela União Soviética e Estados Unidos, respectivamente, o Brasil manteve-se na órbita de influência de seus ex-aliados, os norte-americanos.”
(Adaptado de CERVO, Amado Luiz & BUENO, Clodoaldo. A política externa brasileira, 1822-1985. Rio de Janeiro: Editora Ática, 1986, p. 76)
Embora a política externa brasileira tenha mantido um alinhamento em geral passivo após a Segunda Guerra Mundial, houve períodos de maior autonomia da diplomacia brasileira, cujas diretrizes políticas definiam uma inserção diferenciada do Brasil no contexto internacional.
Identifique uma ação de governo durante a Guerra Fria (1947-1991) que denotava a autonomia relativa da política externa brasileira frente à lógica da bipolarização mundial.
Durante os governos de Jânio Quadros e João Goulart, o candidato poderá citar os seguintes fatos: a implementação da “política externa independente”; o gesto simbólico de independência da política externa brasileira que foi representada na condecoração de Che Guevara pelo presidente da República; o envio de missão comercial à China comunista; o restabelecimento das relações diplomáticas com a URSS. Por outro, durante o regime militar, poderá também ser citado o restabelecimento das relações diplomáticas com a China em 1974; o reconhecimento diplomático de Angola durante o governo Geisel; a denúncia do acordo de cooperação militar Brasil-Estados Unidos pelo governo Geisel, em 1977; a implementação da política externa do “pragmatismo responsável”, assim definida por Eduardo Azeredo, Ministro das Relações Exteriores, do Governo Geisel.
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