
Leia os seguintes trechos.
Quem é? – ninguém sabe: seu nome é ignoto, Sua tribo não diz: – de um povo remoto Descende por certo – dum povo gentil;
(p. 12)
O prisioneiro, cuja morte anseiam, Sentado está, O prisioneiro, que outro sol no ocaso Jamais verá! (p. 13)
Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi: Sou filho das selvas, Nas selvas cresci; (p. 15)
Andei longes terras, Lidei cruas guerras, Vaguei pelas serras Dos vis Aimorés; (p. 16)
“Tu choraste em presença da morte? Na presença de estranhos choraste? Não descende o covarde do forte; Pois choraste, meu filho não és! [...]” (p. 24-25)
O guerreiro parou, caiu nos braços Do velho pai, que o cinge contra o peito, Com lágrimas de júbilo bradando: “Este, sim, que é meu filho muito amado! [...]” (p. 27)
DIAS, Gonçalves. I -Juca-Pirama seguido de Os Timbiras. Porto Alegre: LP&M, 2007.
a) Considerando os trechos apresentados, explique por que, mesmo idealizado, o índio gonçalvino da obra I-Juca-Pirama é uma personagem próxima do real. (2,5 pontos)
b) Tendo como referência o segundo e o último trecho apresentados, explicite por que o epíteto I-Juca- Pirama do prisioneiro Tupi se justifica do início ao final da obra homônima de Gonçalves Dias. (2,5 pontos)
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