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O crescimento das cidades médias, aquelas com mais de 100000 e menos de 500000 habitantes, é o grande fenômeno nacional. Na próxima década, a catarinense Joinville, a gaúcha Caxias do Sul, Niterói e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, e Santos e São José do Rio Preto, em São Paulo, devem ombrear com Londrina. No sertão nordestino, a pernambucana Petrolina e a paraibana Campina Grande já se comportam como metrópoles. Há vários casos de cidades médias que crescem a um ritmo chinês [...].
[...] “A evolução das cidades médias no interior indica que o Brasil está superando uma deficiência histórica: a concentração da riqueza nos grandes centros situados ao longo do litoral”, diz o economista Danilo Igliori, da Universidade de São Paulo. No século XVII, frei Vicente do Salvador, considerado o primeiro historiador do país, condenava o modelo de ocupação do território. “Contentam-se de andar arranhando (as terras) ao longo do mar como caranguejos”, escreveu, em sua História do Brazil, publicada em 1630.
(PATURY; COUTINHO, 2010, p. 78-79).
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o processo de urbanização na história do Brasil, apresente, para cada momento indicado:
a) Período Colonial: uma característica indispensável para a classificação de um “povoado” na categoria de “vila”.
b) Brasil Monárquico: uma informação referente ao papel da cidade do Salvador na economia.
c) Período do Estado Novo: um fator motivador da expansão das áreas periféricas das grandes cidades.
d) Brasil Atual: um dado explicativo para o crescimento das cidades médias.
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