IsSMTP(); // Falg de uso SMTP $mail->SetLanguage("br", "phpmailer/language/"); $mail->Host = "mail.".$EMP_URL; // seu servidor SMTP $mail->Mailer = "smtp"; //Usando protocolo SMTP $mail->SMTPAuth = true; // uso de SMTP authentication $mail->Timeout = 20; // USUARIO E SENHA $mail->Username = $FromAddress; // SMTP username $mail->Password = $FromPassword; // SMTP password // DE: $mail->From = $FromAddress; $mail->FromName = $FromName; // PARA: $mail->AddAddress($ToAddress, $ToName); // name is optional if ($CC) $mail->AddCC($CC); // $mail->AddReplyTo("comercial@asasolucoes.com"); $mail->WordWrap = 50; // set word wrap to 50 characters //$mail->AddAttachment("/var/tmp/file.tar.gz"); // add attachments //$mail->AddAttachment($ANEXO1); // optional name //$mail->AddAttachment($ANEXO2); // optional name $mail->IsHTML(true); // set email format to HTML $mail->Subject = $Assunto; $mail->Body = $Conteudo; // $mail->AltBody = $strMensagem; if(!$mail->Send()) { //$ERRO_NOTAS = "Mailer Error: " . $mail->ErrorInfo . "(".$mail->Host.")(".$mail->Username.")(".$mail->Password.")"; // (mccDEBUG) throw new Exception("Mailer Error: " . $mail->ErrorInfo . "(".$mail->Host.")", 21); return false; } else { self::$_erro = 0; self::$_mensagem = "Mensagem enviar com sucesso para o email: $ToAddress\n"; return true; } //*/ }catch ( Exception $ex ){ self::$_mensagem = $ex->getMessage(); self::$_erro = $ex->getCode(); return false; } } public static function enviarGmail($ToName, $ToAddress, $FromName, $FromAddress, $FromPassword, $Assunto, $Conteudo, $Anexo = null){ global $EMP_URL; try { //echo "SMTP=smtp.".$EMP_URL."
"; $mail = new PHPMailer(); // CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR $mail->IsSMTP(); // Falg de uso SMTP $mail->SetLanguage("br", "plugins/phpmailer/language/"); //$mail->Host = "smtp.".$EMP_URL; // seu servidor SMTP //$mail->Host = "gmail-smtp-in.l.google.com"; // servidor para google/apps /* $mail->Host = "tls://smtp.gmail.com"; $mail->SMTPSecure = "tls"; // sets the prefix to the servier $mail->Port = 587; // set the SMTP port for the GMAIL server // */ $mail->Host = "smtp.gmail.com"; $mail->SMTPSecure = "ssl"; // sets the prefix to the servier $mail->Port = 465; // set the SMTP port for the GMAIL server // */ // $mail->SMTPDebug = 1; // enables SMTP debug information (for testing) // 1 = errors and messages // 2 = messages only $mail->SMTPAuth = true; // uso de SMTP authentication //$mail->Timeout = 20; /* // Configuração para Email do GMAIL. $mail->Host = "smtp.gmail.com"; // specify main and backup server $mail->SMTPAuth = true; // turn on SMTP authentication $mail->SMTPSecure= "ssl"; // Used instead of TLS when only POP mail is selected $mail->Port = 465; // Used instead of 587 when only POP mail is selected */ // USUARIO E SENHA $mail->Username = $FromAddress; // SMTP username $mail->Password = $FromPassword; // SMTP password // DE: $mail->From = $FromAddress; $mail->FromName = $FromName; // PARA: $mail->AddAddress($ToAddress, $ToName); // $mail->AddAddress("comercial@asasolucoes.com"); // name is optional // $mail->AddReplyTo("comercial@mustmodels.com"); $mail->WordWrap = 50; // set word wrap to 50 characters //$mail->AddAttachment("/var/tmp/file.tar.gz"); // add attachments //$mail->AddAttachment($ANEXO1); // optional name //$mail->AddAttachment($ANEXO2); // optional name $mail->IsHTML(true); // set email format to HTML $mail->Subject = $Assunto; $mail->Body = $Conteudo; // $mail->AltBody = $strMensagem; if(!$mail->Send()) { throw new Exception("Mailer Error: " . $mail->ErrorInfo . "(".$mail->Host.")", 21); return false; } else { self::$_erro = 0; self::$_mensagem = "Mensagem enviar com sucesso para o email: $ToAddress\n"; return true; } //*/ }catch ( Exception $ex ){ self::$_mensagem = $ex->getMessage(); self::$_erro = $ex->getCode(); return false; } } } ?> VESTIPROVAS - Questão: UERJ - Português - Geral
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Rio de Janeiro UERJ 2014.2 Questão: 43 Português Geral 

TEXTO I

Diálogo da relativa grandeza

         Sentado no monte de lenha, as pernas abertas, os cotovelos nos joelhos, Doril examinava um 
         louva-deus pousado nas costas da mão. Ele queria que o bichinho voasse, ou pulasse, mas o
         bichinho estava muito à vontade, vai ver que dormindo – ou pensando? Doril tocava-o com a
         unha do dedo menor e ele nem nada, não dava confiança, parece que nem sentia; se Doril não 
5        visse o leve pulsar de fole1 do pescoço – e só olhando bem é que se via – era capaz de dizer 
         que o pobrezinho estava morto, ou então que era um grilo de brinquedo, desses que as moças 
         pregam no vestido para enfeitar. 

         Entretido com o louva-deus, Doril não viu Diana chegar comendo um marmelo, fruta azeda
         enjoada que só serve para ranger os dentes. Ela parou perto do monte de lenha e ficou
10       descascando o marmelo com os dentes mas sem jogar a casca fora, não queria perder nada. 
         Quando ela já tinha comido um bom pedaço da parte de cima e nada de Doril ligar, ela cuspiu 
         fora um pedaço de miolo com semente e falou:
         - Está direitinho um macaco em galho de pau. 

         Doril olhou só com os olhos e revidou:

15       - Macaco é quem fala. Está até comendo banana.
         - Marmelo é banana, besta?
         - Não é mas serve. 

         Ficaram calados, cada um pensando por seu lado. Diana cuspiu mais um caroço.

         - Sabe aquele livro de história que o Mirto ganhou?
20       - Que Mirto, seu. É Milllton. Mania!
         - Mas sabe? Eu vou ganhar um igual. Tia Jura vai mindar.
         - Não é mindar. É me-dar. Mas não é vantagem.
         - Não é vantagem? É muita vantagem.
         - Você já não leu o de Milton?
25       - Li mas quero ter. Pra guardar e ler de novo.
         - Vantagem é ganhar outro. Diferente.
         - Deferente eu não quero. Pode não ser bom.
         - Como foi que você disse? Diz de novo?
         - Já disse uma vez, chega.
30       - Você disse deferente.
         - Foi não.
         - Foi. Eu ouvi.
         - Foi não.
         - Foi.
35       - Foi não.
         - Fooooi.
         Continuariam até um se cansar e tapar o ouvido para ficar com a última palavra, se Diana não
         tivesse tido a habilidade de se retirar logo que percebeu a dízima2. Com o pedacinho final do
         marmelo entre os dedos ela chegou-se mais perto do irmão e disse:
40       - Gi! Matando louva-deus! Olhe o castigo!
         - Eu estou matando, estou?
         - Está judiando3. Ele morre.
         - Eu estou judiando?
         - Amolar um bicho tão pequenininho é o mesmo que judiar.
45       Doril não disse mais nada, qualquer coisa que ele dissesse ela aproveitaria para outra acusação.
         Era difícil tapar a boca de Diana, ô menina renitente4. Ele preferiu continuar olhando o louva-
         deus. Soprou-o de leve, ele encolheu-se e vergou o corpo para o lado do sopro, como faz uma
         pessoa na ventania. O louva-deus estava no meio de uma tempestade de vento, dessas que
         derrubam árvores e arrancam telhados e podem até levantar uma pessoa do chão. Doril era a
40       força que mandava a tempestade e que podia pará-la quando quisesse. Então ele era Deus?
         Será que as nossas tempestades também são brincadeira? Será que quem manda elas olha para
         nós como Doril estava olhando para o louva-deus? Será que somos pequenos para ele como
         um gafanhoto é pequeno para nós, ou menores ainda? De que tamanho, comparando – do de
         formiga? De piolho de galinha? Qual será o nosso tamanho mesmo, verdadeiro?

José J. Veiga
A máquina extraviada. Rio de
Janeiro: Editora Prelo, 1968.

1 fole − papo
2 dízima − refere-se à dízima periódica, algo sem fim
3 judiar − maltratar
4 renitente − teimosa

 

 

No último parágrafo, as perguntas formuladas dizem respeito à relatividade dos animais e dos homens quando comparados uns aos outros. Essa ideia de que nada é absoluto também pode ser percebida nos diálogos entre os personagens Doril e Diana. Transcreva, desses diálogos, duas passagens que exemplifiquem a percepção da relatividade retratada no conto. Justifique suas escolhas.

Duas das passagens e respectivas justificativas:

− Macaco é quem fala. Está até comendo banana.
− Marmelo é banana, besta?
− Não é mas serve.

Para responder à provocação de Diana, marmelo e banana se equivalem na visão de Doril.

− Li mas quero ter. Pra guardar e ler de novo.
− Vantagem é ganhar outro. Diferente.
− Deferente eu não quero. Pode não ser bom.

O trecho mostra as opiniões diferentes sobre a leitura de Diana e de Doril.

− Está judiando. Ele morre.
− Eu estou judiando?
− Amolar um bicho tão pequenininho é o mesmo que judiar.

A distinção entre amolar e judiar é indiferente para Diana.



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