

Os textos I e II tomam como ponto de partida, respectivamente, um objeto e uma cena do cotidiano. Apesar desse ponto de partida semelhante, os dois textos desenvolvem avaliações distintas acerca da condição do homem. Explique essa diversidade de avaliações e transcreva, de cada um dos textos, a passagem que a comprova.
No texto I, Murilo Mendes procura dar humanidade e individualidade ao homem. Passagem do texto 1: De resto um homem, antes de ser lixeiro, garçom, ou motorista, é uma pessoa, quero saber seu nome.
No texto II, Manuel Bandeira expõe ou denuncia a condição desumana ou subumana a que o homem pode chegar.
Passagem do texto 2: O bicho, meu Deus, era um homem.
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