
Em passagens do romance O último conhaque, observa-se o uso do discurso indireto livre, quando a voz narrativa de 3ª. pessoa apresenta entonações próprias de uma outra voz, em fluxo interior (ou fluxo de consciência), atribuída à personagem focalizada, conferindo, assim, certa ambiguidade na identificação do locutor que se expressa no texto.
De acordo com esse comentário e (re) lendo as citações das alternativas, abaixo, só é POSSÍVEL afirmar que o discurso indireto livre, revelador de um fluxo interior da personagem, faz-se presente em:
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