
Considere o trecho do conto A hora e vez de Augusto Matraga, de Guimarães Rosa.
– Desonrado, desmerecido, marcado a ferro feito rês, mãe Quitéria, e assim tão mole, tão sem homência, será que eu posso mesmo entrar no céu?!...
(ROSA, J. G. Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p.385.)
a) Explique o processo de criação da palavra “homência” e os sentidos que derivam da criação do termo, considerando a situação criada no conto.
b) Discorra sobre como esse uso particular da língua constitui uma estética da criação em Guimarães Rosa.
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