
O último poema
Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da Vida Inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 145.
a) Transcreva um fragmento em que o eu lírico se apresenta de forma direta. (4 pontos)
b) Explique, a partir do quarto e quinto versos, a forma que o autor deseja para o seu último poema.
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