
– Desde que estou retirando
só a morte vejo ativa,
só a morte deparei
e às vezes até festiva;
só morte tem encontrado
quem pensava encontrar vida,
e o pouco que não foi morte
foi de vida severina
(aquela vida que é menos
vivida que defendida,
e é ainda mais severina
para o homem que retira).
NETO, João Cabral de Melo. Morte e vida severina.
Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. p. 82.
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