
Goiás, minha cidade...
Eu sou aquela amorosa
de tuas ruas estreitas,
curtas,
indecisas,
entrando,
saindo
uma das outras
Eu sou aquela menina feia da Ponte da Lapa,
Eu sou Aninha.
CORALINA, Cora. Minha cidade. In: TELES, José Mendonça. No santuário de Cora Coralina. Goiânia: Kelps, 2003. p. 41.
A Cidade de Goiás, nos seus quase trezentos anos de existência, foi objeto de avaliações ambivalentes, sendo considerada, às vezes, motivo de orgulho, outras vezes, de vergonha. Acerca das representações construídas sobre a cidade, é INCORRETO afirmar:
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