
Em uma carta à irmã, Marília Ramos, cujo desejo era também ser escritora, Graciliano Ramos diz:
“Só conseguimos deitar no papel os nossos sentimentos, a nossa vida. Arte é sangue, é carne. Além disso não há nada. As nossas personagens são pedaços de nós mesmos, só podemos expor o que somos”.
Disponível em: <http://www.vidaslusofonas.pt/graciliano_ramos.htm>
Acesso em: 25 out. 2013.
Uma marca na obra Vidas secas é o discurso indireto livre. Tendo em vista o trecho em destaque, o uso desse discurso seria um recurso estilístico utilizado pelo autor para:
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