
Num ambiente aparentemente sem vida, como são as grandes profundidades cavernícolas, onde a luz do sol jamais entra, os recursos alimentares são extremamente escassos e as temperaturas muito baixas, é realmente muito difícil se encontrar algum tipo de ser vivo. No entanto, Ana Sofia Reboleira, bióloga portuguesa especializada em biologia subterrânea, descobriu, na gruta mais profunda do mundo, a 2 140 metros de profundidade, novas espécies de animais os quais se movimentam e estão adaptados para viver em total escuridão. Desse grupo de animais descoberto pela bióloga fazem parte os invertebrados: ácaros, aracnídeos, crustáceos e insetos.

Ana Sofia incluiu essas novas espécies no grupo dos animais artrópodes, porque esses animais apresentam, em comum, a
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