
Muitos antropólogos acreditam que a fala pouco desenvolvida foi a razão da extinção dos Neandertais, pois neles a base da língua era muito acima da garganta deixando a boca, literalmente, “cheia”. Com isso os sons emitidos deveriam ser muito anasalados, lentos e de difícil compreensão. Assim, tão importante quanto o desenvolvimento do cérebro e da inteligência, foi o desenvolvimento do aparelho buco-faríngeo, que permitiu, ao longo da evolução, que a garganta humana fosse modifi cada para facilitar a fala. A laringe se desenvolveu nos humanos até ficar longa e baixa, funcionando como um órgão de sopro. O fabuloso alcance de sons que o aparato vocal humano pode produzir vai dos grunhidos e guinchos animais até a execução perfeita do canto em uma ópera.
Por outro lado, tal adaptação da garganta humana para a fala possibilita a ocorrência de sufocamento com alimentos, um perigo inexistente para a maioria dos seres vivos. Uma das peças cartilaginosas da laringe apresenta uma estrutura que permite fechar o conduto respiratório durante a deglutição, evitando o engasgamento.
(Adaptado de: <http://www.assis.unesp.br/~egalhard/humanev3. htm - fala> 15/03/2008)
Essa estrutura é denominada
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