
Morto em 2 de fevereiro, assassinado pelo próprio filho, o cineasta Eduardo Coutinho, autor do clássico ‘Cabra marcado para morrer’, perseverou em seus trabalhos na convicção de que os filmes não deviam perseguir o belo e o grandioso, mas a vida, em suas imperfeições, e que toda e qualquer história vale por si e, portanto, merece ser contada.
(Folha de São Paulo; 23/02/2014)
O cineasta em questão tornou-se uma referência nacional como:
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