
Ler e escrever: “coisa de homem”
César Coll e Ana Teberosky
Durante muito tempo, achou-se que ler e escrever eram “coisa de homem”.
Acreditava-se que as mulheres não precisavam aprender muita coisa, que o mais importante era que elas soubessem cuidar da casa e dos filhos. Por isso, muitos pais educavam as filhas em casa mesmo, ensinando-lhes aquilo que julgavam ser o mais importante: lavar, passar, cozinhar, costurar, bordar. As famílias mais ricas contratavam professores particulares, que ensinavam as meninas a tocar piano ou ainda a falar uma língua estrangeira, como o francês.
O direito de as meninas frequentarem a mesma escola que os meninos foi conquistado pouco a pouco. A Constituição atual é bem clara: a escola é um direito de todas as crianças e de todos os jovens, homens ou mulheres.
(COLL, César & TEBEROSKY, Ana. Aprendendo História e Geografia. São Paulo: Ática. 2000. Texto adaptado.)
De acordo com o TEXTO I, "As famílias mais ricas contratavam professores particulares". Essa afirmação permite-nos entender que
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