
Buscar um tipo único de brasileiro é construir uma fantasia. Aceitar o conjunto de diferenças é fundamental para a formação do cidadão. Há algum tempo a História ensinou a origem do brasileiro a partir da relação branco-índio-negro. Hoje, a História chama a atenção para a variedade presente nesses mesmos grupos, ou seja, há vários tipos de índios, vários tipos de povos originais. No Brasil atual, há diferentes personalidades brasileiras bem sucedidas, elas são “cor de rosa e carvão”, são de diferentes tons e origens com certos traços de semelhança. Acompanhemos alguns relatos:
TEXTO V
Personalidades brasileiras de sucesso revelam as ideias que nortearam sua vida
Eike Batista,
52 anos, carioca, empresário
Cumpra metas traçadas com disciplina e constância
Minha mãe, Jutta Batista, me fez entender que ter disciplina faz uma enorme diferença na vida. Eu tinha por volta de 13 anos quando ela conversou comigo sobre o assunto. Acordar cedo, cumprir as tarefas, os horários, ser sempre pontual nos compromissos. No fundo, tudo é disciplina, e ela me ajudou em todos os aspectos. Eu sofria de asma quando criança. Minha mãe sabia que uma das maneiras de me curar era nadando. Então, ela me incentivou na natação, me fez ter disciplina e dedicação. Segui o conselho e me curei da asma. O que ela me ensinou também foi absolutamente vital para meu trabalho, como empreendedor e criador de novos negócios. Cumprir as metas traçadas, com disciplina e constância, e executar os projetos até o fim. Cumprir todas as regras, sem pular etapas. Graças a esse conselho, também continuo a fazer exercício pelo menos duas vezes por semana. Tenho 52 anos e uma saúde de ferro.
Sucesso ou fracasso não são para sempre
Lázaro Ramos, 30 anos, baiano, ator
Em 1998, eu fazia um espetáculo chamado Um tal de Dom Quixote, com a Companhia Bando de Teatro Olodum. Meu papel era o de Sancho Pança. Quando a crítica do espetáculo saiu na imprensa, me fazia enormes elogios. Disse que eu havia roubado a cena. O título era: ‘Um tal de Sancho Pança’. Fiquei exultante e fui mostrar a crítica à minha diretora, Cica Carelli. Ela me disse: ‘Mas por que você está comemorando tanto? Saiba que não existem nem sucesso nem fracasso permanentes’. Na hora, fiquei chateado por ela ter cortado a minha onda. De lá para cá, vi que é exatamente assim. Devemos ser comedidos nas alegrias e nas tristezas da profissão. O conselho que ela me deu, na verdade, formou parte de minha personalidade, pauta quem sou hoje. Depois de fazer televisão e de ficar mais popular, com novelas de grande sucesso, sempre penso nisso e comento sobre o que faço com o máximo de normalidade. Eu me tornei realmente consciente da possibilidade desses altos e baixos. Isso me ajuda muito a ter equilíbrio no trabalho e na vida.
Somos todos seres iguais
Juliana Paes, 30 anos, fluminense, atriz
Certa vez, eu estava melindrada por ter de conversar com o reitor da universidade onde estudava. Eu tinha 19
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