
Mas será que esses heróis que procuram melhorar a vida das pessoas que eles nem conhecem não estariam, talvez, fazendo um trabalho que é da sociedade, como um todo? Na mesma página, o jornal publicou o seguinte:
TEXTO VI
Denunciar crimes e cobrar governo é mais produtivo
Enquanto os super-heróis da vida real agem como voluntários de boas ações, tudo bem. Mas combate ao crime ou ao tráfico é complicado.
“Há o risco de que se torne um ‘vigilantismo’, um instrumento de vingança”, afirma Renato Lima, secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A segurança pública, aliás, é uma responsabilidade do Estado, alerta Lima. Assim como o uso da força. “Quem é que vai definir o que é certo e o que é errado? Os heróis?”, pergunta-se.
Segundo Lima, a população pode ajudar de outras maneiras – por exemplo, cobrar de seus governantes.
Folhateen, p. 6-7. In: Folha de São Paulo, segunda-feira, 27/09/2010. (fragmento adaptado)
O questionamento que a autoridade do governo brasileiro faz sobre a ação dos heróis “de carne e osso” mostra que ele defende a seguinte ideia:
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